segunda-feira, julho 31, 2006

Alegria... ou seja lá o que vocês lhe quiserem chamar

Se não levarmos a poesia e a beleza connosco, é inútil percorrermos o mundo. Em nenhum lugar as encontraremos.
(Emerson)

O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior.
(Alfred Montapert)

A alegria adquire-se. É uma atitude de coragem. Ser alegre não é fácil, é um acto de vontade.
(Gaston Courtois)

Há duas fontes perenes de alegria pura: o bem realizado e o dever cumprido.
(Eduardo Girão)

Uma alegria compartilhada transforma-se numa dupla alegria; uma tristeza compartilhada em meia tristeza.
(Autor desconhecido)

O tempo que passas a rir é tempo que passas com os deuses.
(Provérbio chinês)

Um sorriso significa muito. Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o oferece; dura apenas um segundo, mas a sua recordação, por vezes, nunca se apaga.
(Autor desconhecido)

O homem sábio é aquele que não se entristece com as coisas que não tem, mas rejubila com as que tem.
(Epicteto)

Não existe nenhuma coisa séria que não possa ser dita com um sorriso.
(Alejandro Casona, dramaturgo espanhol)

A alegria não está nas coisas: está em nós.
(Goethe)

O prazer dos grandes homens consiste em fazer outros felizes.
(Pascal)

O homem começa a envelhecer quando as lamentações começam a tomar o lugar dos sonhos.
(John Barrymore)

Livro

De Clarissa Pinkola Estés - "Mulheres que Correm com os Lobos"

«Sensações de vazio, fadiga, medo, depressão, fragilidade, bloqueio e falta de criatividade são sintomas cada vez mais frequentes entre as mulheres modernas, assoberbadas com o acúmulo de funções na família e na vida profissional. Esse problema, no entanto, não é recente, acredita a psicóloga junguiana Clarissa Pinkola Estés. Ele veio junto com o desenvolvimento de uma cultura que transformou a mulher numa espécie de animal doméstico.»

Desvendando um pouco...

"A fauna silvestre e a mulher selvagem são espécies em risco de extinção.
Observamos, ao longo dos séculos, a pilhagem, a redução de espaço e o esmagamento da natureza instintiva feminina. Durante longos períodos ela foi mal gerida, à semelhança da fauna silvestre e das florestas virgens. Há alguns milênios, sempre que lhe viramos as costas, ela é relegada às regiões mais pobres da psique. As terras espirituais da Mulher Selvagem, durante o curso da história, foram saqueadas ou queimadas, com seus refúgios destruídos e seus ciclos naturais transformados à força em ritmos artificiais para agradar os outros.Não é por acaso que as regiões agrestes e ainda intocadas do nosso planeta desaparecem à medida que fenece a compreensão da nossa própria natureza selvagem mais íntima. Não é tão difícil compreender porque as velhas florestas e as mulheres velhas não são consideradas reservas de grande importância. Não há tanto mistério nisso. Não é coincidência que os lobos e os coiotes, os ursos e as mulheres rebeldes tenham reputações semelhantes.
Todos eles compartilham arquétipos institivos que se relacionam entre si,por isso,têm reputação equivocada de serem cruéis, inatamente perigosos,além de vorazes. Minha vida e meu trabalho como analista junguiana e cantadora, contadora de histórias, me ensinaram que a vitalidade esvaída das mulheres pode ser restaurada por meio de extensas excavações "psiquico-arqueológicas", e, através de sua incorporação ao arquétipo da Mulher Selvagem, conseguimos discernir os recursos da natureza mais profunda da mulher. A mulher moderna é um borrão de actividade. Ela sofre pressões no sentido de ser tudo para todos. A velha sabedoria há muito não se manifesta.O título do livro, Mulheres que correm com os lobos, mitos e histórias do arquétipo da Mulher Selvagem, foi inspirado em meus estudos sobre a biologia de animais selvagens, em especial os lobos. Os estudos de lobos Canis Lupus e Canis rufus são como a história das mulheres, no que diz respeito à sua vivacidade e à sua labuta. Os lobos saudáveis e as mulheres saudáveis têm certas características psíquicas em comum: percepção aguçada, espírito brincalhão e uma elevada capacidade para a devoção. Os lobos e as mulheres são gregários por natureza, curiosos, dotados de grande resistência e força. São profundamente intuitivos e têm grande preocupação para com seus filhotes, seu parceiro e sua matilha. Têm experiência em se adaptar a circunstâncias em constante mutação. Têm uma determinação feroz e uma extrema coragem.No entanto as duas espécies foram perseguidas e acossadas, sendo-lhes falsamente atribuído o facto de serem trapaceiros e vorazes, excessivamente agressivos e de terem menor valor que os seus detratores. Foram alvo daqueles que preferiam arrasar as matas virgens bem como os arredores selvagens da psique, erradicando o que fosse instintivo, sem deixar que dele restasse nenhum sinal. A actividade predatória contra os lobos e contra as mulheres por parte daqueles que não os compreendem é de uma semelhança surpreendente. Foi por aí que o conceito do arquétipo da mulher Selvagem primeiro se concretizou para mim: no estudo dos lobos. Estudei também outras criaturas como, por exemplo, os ursos, os elefantes e os pássaros da alma, as borboletas. As características de cada espécie fornecem indicações abundantes do que pode ser conhecido sobre psique instintiva da mulher.(...) Chamo-a Mulher Selvagem porque essas exactas palavras, mulher e selvagem, criam chamar amar o tocar, a batida dos contos de fadas à porta da psique profunda da mulher. Llamar o tocar a la puerta significa literalmente tocar o instrumento do nome para abrir uma porta. Significa usar palavras para obter a abertura de uma passagem. Não importa a cultura pela qual a mulher seja influenciada, ela compreende as palavras selvagem e mulher intuitivamente.(...) Quando as mulheres reafirmam seu relacionamento com a natureza selvagem, elas recebem o dom de dispôr de uma observadora interna permanente, uma sábia, uma visionária, um oráculo, uma inspiradora, uma instintiva, uma criadora, uma inventora e uma ouvinte que guia, sugere e estimula uma vida vibrante nos mundos exterior e interior. Quando as mulheres estão com a Mulher Selvagem, a realidade desse relacionamento transparece nelas. Não importa o que aconteça, essa instrutora, mãe e mentora vagem dá sustentação às suas vidas interior e exterior.Portanto, o termo selvagem neste contexto não é usado em seu actual sentido prejorativo de algo fora de controle, mas em seu sentido original, de viver uma vide natural, uma vida em que a criatura tenha uma integridade inata e limites saudáveis. Essas palavras, mulher e selvagem, fazem com que as mulheres se lembrem de quem são e do que representam. Criam -lhe uma imagem para descrever a força que sustenta todas as fêmeas. Elas encarnam uma força sem a qual as mulheres não podem viver.O arquétipo da mulher selvagem pode ser expresso em outros termos igualmente apropriados. Pode-se chamar essa poderosa natureza psicológica de natureza instintiva, mas a Mulher Selvagem é a força que está por trás dela.(...mesmo a mulher presa com a máxima segurança reserva um lugar para o seu self selvagem, pois ela intuitivamente sabe que um dia haverá uma saída, uma oportunidade, e ela poderá escapar.). (...)A mulher selvagem carrega consigo os elementos para a cura; traz tudo o que a mulher precisa ser e saber. Ela carrega histórias e sonhos, palavras e canções, signos e símbolos. Ela é tanto o veículo quanto o destino. Aproximar-se da natureza instintiva não significa desestruturar-se, mudar tudo da esquerda para a direita, do preto para o branco, passar do oeste para o leste, agir como louca ou descontrolada. Não significa perder as socializações básicas ou tornar-se menos humana. Significa exactamente o oposto. A natureza selvagem possui uma vasta integridade.Ela implica delimitar territórios, encontrar a matilha, ocupar o corpo com segurança e orgulho independente dos dons e das limitações desse corpo, falar e agir em defesa própria. Estar consciente, alerta, recorrer aos poderes da intuição e do pressentimento inato às mulheres, adequar-se aos próprios ciclos, descobrir aquilo a que pertencemos, despertar com dignidade e manter o máximo de consciência possível.(...)E então, o que é a Mulher Selvagem? Do ponto de vista da psicologia arquetípica, bem como da tradição das contadoras de histórias, ela é a alma feminina. No entanto, ela é mais do que isso. Ela é a origem do feminino. Ela é tudo o que for instintivo, tanto do mundo visível quanto do oculto, ela é a base. Cada um de nós recebe uma célula refulgente que contém todos os instintos e conhecimentos necessários para nossa vida."

Clarissa Pinkola Estés, "Mulheres que correm com os lobos."

Solidão


Solidão

Solidão não é falta de pessoas para conversar, namorar, passear ou fazer sexo.....
isto é carência.

Solidão não é o sentimento que experimentamos
pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar.....
isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a nos impomos, às vezes,
para realinhar os pensamentos.....
isto é equilíbrio.

Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe
compulsivamente para que revamos a nossa vida.....
isto é um princípio da natureza.

Solidão não é o vazio de pessoas ao nosso lado.....
isto é circunstância.

Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma .....

Francisco Buarque da Holanda

segunda-feira, julho 24, 2006

Formula 1 - Tiago Monteiro



Malta, acabou o Mundial e eu nunca me pronunciei, pessoalmente gosto mais deste desporto. E temos português por lá, é o Tiago, é do Porto, podia ser de outro lado qualquer mas nasceu no Porto. Gosto de o ver correr, gosto das corridas, gosto da minha adrenalina quando estou a ver, outros posts irei colocar sobre F1, porque também gosto de Jacques Villeneuve, Trulli e Kimi Raikonen. Não desgosto do Alonso, mas...
Esta é a minha 1ª escolha em relação a gostos desportivos, a 2ª é a patinagem no gelo. Tem tudo a ver, tá claro, mas são os meus gostos...

Duas lindas caras

Duas carinhas larocas..... e parecidas.


Preciso de dono e muito amor - URGENTE

Preciso de dono URGENTEMENTE ! !
Fui abandonada quando fiquei grávida. Tive 4 meninas, e estavamos provisoriamente numa casa em construção a receber ajuda de algumas pessoas de bom coração.
Quem nos ajuda receava que, mais tarde ou mais cedo, nos quisessem fora do terreno, e tinha razão: as minhas meninas desapareceram, e temem que eu siga o mesmo caminho, se não surgir uma família.
Já perdi a minha família humana, e as minhas filhotas, agora preciso de uma família para sempre!
Sou de tamanho médio pequeno, e caibo em qualquer lado! :)
Se alguém quiser ficar comigo, por favor contacte os seguintes números:
933 846 760 / 234 841 762
Pedir para falar com Adriana Almeida.
Muito obrigado.
Estou em Estarreja.
(retirado de http://gato-ao-luar.blogspot.com/)