Ando por aqui.
Perdida,
A pensar em ti
Somente em ti
Porque será?
Será por te ter aqui?
Não, não tenho aqui
Perdi te no dia mais cruel
Mais impiedoso
Nunca deveria te ter perdido
Nunca te deveria deixar de chamar
MÃE
Nunca mais vou ouvir
O som da minha voz
A te chamar MÃE
Eu que te queria
Aqui junto a mim
E que nada nos separasse
E veio o dia
Triste, medonho e único
Para me levar de ti
MÃE
Volta para mim~
Não sei viver sem ti
Sonhos muitos, realidades muitas, mas, e existe sempre um mas.. em qualquer lugar.. em qualquer situação...
quarta-feira, dezembro 19, 2018
segunda-feira, março 13, 2017
A minha querida irmã
Aviso (extracto) n.º 8053/2010
Ao abrigo da alínea d) do n.º 1 do artigo 37.º, da Lei 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, torna-se público que os trabalhadores abaixo mencionados cessaram funções por motivos e datas abaixo indicadas:
- Virgínia Maria Silva Braz Guilherme, Assistente Técnica, por falecimento, em 20 de Fevereiro de 2010;
sábado, dezembro 12, 2015
ONTEM, HOJE, OU AMANHÃ!...
Ontem já era!...
Hoje está!...
Amanhã!...
Aprendi e a vida me ensinou que o amanhã n existe.
Devemos viver um dia de cada vez, o melhor que pudermos e a vida nos permitir, porque quando menos esperamos, o que hoje é, amanhã deixa de ser.
Tudo o que acreditamos como adquirido, fica sem sentido, porque o ciclo que era recto e evidente se quebra, e deixa de ser!...
Parece um trocadilho mas não é acreditem em mim.
Porque acredito no que acabei de escrever, vos digo.
-Deixem o que passou guardando simplesmente as memórias num cantinho dos vossos corações.
-Vivam o hoje plenamente, sofregamente, como se não houvesse amanhã, porque o amanhã pode não chegar.
-Amanhã será um novo dia a viver se chegar, na certeza de que deverá ser vivido, como se fosse ontem ou hoje.
Da minha amiga e irmã, que eu tanto queria comigo
http://andandonaareia.blogspot.pt/
Ontem já era!...
Hoje está!...
Amanhã!...
Aprendi e a vida me ensinou que o amanhã n existe.
Devemos viver um dia de cada vez, o melhor que pudermos e a vida nos permitir, porque quando menos esperamos, o que hoje é, amanhã deixa de ser.
Tudo o que acreditamos como adquirido, fica sem sentido, porque o ciclo que era recto e evidente se quebra, e deixa de ser!...
Parece um trocadilho mas não é acreditem em mim.
Porque acredito no que acabei de escrever, vos digo.
-Deixem o que passou guardando simplesmente as memórias num cantinho dos vossos corações.
-Vivam o hoje plenamente, sofregamente, como se não houvesse amanhã, porque o amanhã pode não chegar.
-Amanhã será um novo dia a viver se chegar, na certeza de que deverá ser vivido, como se fosse ontem ou hoje.
Da minha amiga e irmã, que eu tanto queria comigo
http://andandonaareia.blogspot.pt/
Lá longe ao cair da tarde, sinto-me a levitar, sem nome, nem esperança, somente a sentir que alguma coisa não está bem, sinto-me insultada nesta terra de ninguém, sinto-me triste nesta terra de loucos e maníacos, não sou daqui, não pertenço a este povo, a esta mentalidade, estou aqui, porque não posso ir para mais lugar nenhum
sexta-feira, outubro 31, 2014
Com nuvens
Com nuvens se forma uma tempestade, com nuvens se forma uma catástrofe, com nuvens eu nao gosto de viver
Fonte da foto: nuvensdaalma.blogspot.com
Fonte da foto: nuvensdaalma.blogspot.com
terça-feira, janeiro 28, 2014
Fotos do dia
Estas são as minhas fotografias do dia
Criança joga futebol no cais de Jeremie no Haiti
quarta-feira, agosto 07, 2013
A minha terra - A minha Casa
Nesta foto está o meu mundo, desta minha janela eu vejo o sitio onde nasci, cresci, e vivi muito tempo, o melhor tempo de todos
quarta-feira, agosto 29, 2012
S. Martinho do Porto
Minha terra de férias, meu encanto, foram 21 anos a passar lá férias uma vida, tantas lembranças, tantas recordações, dia 31 vinha embora. Tá quase a chegar o fim das férias lá (na minha cabeça, claro)
sábado, junho 02, 2012
Gostos
Al Berto
Baixa de Coimbra - Rua Corpo de Deus
Praia da Gralha-S. Martinho do Porto
Mesmo, para sempre
Paula Henriques Sanches
Com este olhar, só podia mesmo estar a olhar para algum sitio desagradável.
Este é o meu olhar a maior parte das vezes, perdido enigmático, descolorido.
Nesta terra onde me encontro, nada me sabe bem.
Nada me diz, não sinto o pulsar do sangue nas minhas veias.
Não sinto, as gargalhadas sonoras que outrora dei.
Não tenho os amigos por perto, para lhes pedir colinho, e fazer grandes festanças.
Isto sim, é ir vivendo, devagarinho, garantindo a rotina.
Garantindo o mal estar.
Garantido o mau passo que dei ao vir até aqui.
Em resumo: saudades de COIMBRA
segunda-feira, maio 21, 2012
BRIOSA!!! ACADÉMICA!!!!!
BRIOSA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para se ser da Académica não é preciso ser de Coimbra…
Mas para se ser de Coimbra é preciso ser da Académica.
http://academicasempre.blogspot.pt/p/100-academica.html
quinta-feira, maio 17, 2012
sábado, outubro 22, 2011
terça-feira, outubro 18, 2011
quinta-feira, maio 05, 2011
Workshop "Escrita Criativa" Com Pedro Eiras
Praça Carlos Alberto, manhã, apressada, preocupada porque iria chegar atrasada.
Olho em frente e vejo um casal de namorados, num banco de jardim. Pensei no mundo, em fotografar, na cumplicidade, no amor assim.
Apeteceu-me dançar, cantar e dar-lhes os parabéns, porque achei que namorar assim já não acontecia no mundo.
Pensei que chegar atrasada já não era importante, sorri, coloquei os óculos de sol, e decidi aproximar-me, num banco por trás puxei do meu belo cigarro Black Devil e comecei a sentir o fumo doce.
Ele: Já te disse que não quero que te metas mais na minha vida, ouviste?
Ela: Por favor, eu não sei viver sem ti, perdoa-me, não faço mais.
Ele: Tou farto de ouvir isso, já chega! Tas sempre a meter-te nos meus esquemas, a minha vida é assim, se quiseres vives comigo senão desanda.
Ela: Só não quero que me deixes, eu consigo, eu vou tentar viver como tu queres, anda com quem quiseres mas não me deixes.
Ele: Ouve lá, eu não estou para brincadeiras, sabes que eu passo-me e por isso tem cuidado, queres queres, senão desanda
Ela: Tá bem, meu amor eu quero-te assim….
Levantei-me, devagar, já não sentia nada, nem o sentimento de culpa de chegar atrasada, nem o sentimento de dança. Afastei-me com lágrimas nos olhos, arrastando-me, parecia que me ia desequilibrar, cambaleava, chorei.
Como o amor que a imagem me dava, não era mais que uma imagem de humilhação, de dor, de frio, tremi, vesti o casaco, deambulei pelas ruas tentando perceber esta linguagem. Voltei a fumar e a fumar vezes sem conta.
A minha cara estava desfigurada o rímel inundava os meus olhos, parecia que tinha levado dois socos, e levei mesmo.
E envolvi-a numa luz violeta, para que ficasse protegida e que algo lhe fizesse sentir que tem direito a amar sem ser partilhada.
Apressada continuei a deambular, parei em S. Bento, pensando em como eu podia fazer esta mulher sentir-se melhor.
Prometi a mim mesmo voltar no próximo sábado e procurá-la.
Olho em frente e vejo um casal de namorados, num banco de jardim. Pensei no mundo, em fotografar, na cumplicidade, no amor assim.
Apeteceu-me dançar, cantar e dar-lhes os parabéns, porque achei que namorar assim já não acontecia no mundo.
Pensei que chegar atrasada já não era importante, sorri, coloquei os óculos de sol, e decidi aproximar-me, num banco por trás puxei do meu belo cigarro Black Devil e comecei a sentir o fumo doce.
Ele: Já te disse que não quero que te metas mais na minha vida, ouviste?
Ela: Por favor, eu não sei viver sem ti, perdoa-me, não faço mais.
Ele: Tou farto de ouvir isso, já chega! Tas sempre a meter-te nos meus esquemas, a minha vida é assim, se quiseres vives comigo senão desanda.
Ela: Só não quero que me deixes, eu consigo, eu vou tentar viver como tu queres, anda com quem quiseres mas não me deixes.
Ele: Ouve lá, eu não estou para brincadeiras, sabes que eu passo-me e por isso tem cuidado, queres queres, senão desanda
Ela: Tá bem, meu amor eu quero-te assim….
Levantei-me, devagar, já não sentia nada, nem o sentimento de culpa de chegar atrasada, nem o sentimento de dança. Afastei-me com lágrimas nos olhos, arrastando-me, parecia que me ia desequilibrar, cambaleava, chorei.
Como o amor que a imagem me dava, não era mais que uma imagem de humilhação, de dor, de frio, tremi, vesti o casaco, deambulei pelas ruas tentando perceber esta linguagem. Voltei a fumar e a fumar vezes sem conta.
A minha cara estava desfigurada o rímel inundava os meus olhos, parecia que tinha levado dois socos, e levei mesmo.
E envolvi-a numa luz violeta, para que ficasse protegida e que algo lhe fizesse sentir que tem direito a amar sem ser partilhada.
Apressada continuei a deambular, parei em S. Bento, pensando em como eu podia fazer esta mulher sentir-se melhor.
Prometi a mim mesmo voltar no próximo sábado e procurá-la.
terça-feira, maio 03, 2011
Ainda aqui estou, e vou voltar de novo
Com tanta coisa para contar, mas para já só mesmo para dizer que não abandonei este meu cantinho e lhe vou dar uma nova vida
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