Monumento ao resineiro
Sábado, Outubro 22, 2011
Terça-feira, Outubro 18, 2011
Quinta-feira, Maio 05, 2011
Workshop "Escrita Criativa" Com Pedro Eiras
Praça Carlos Alberto, manhã, apressada, preocupada porque iria chegar atrasada.
Olho em frente e vejo um casal de namorados, num banco de jardim. Pensei no mundo, em fotografar, na cumplicidade, no amor assim.
Apeteceu-me dançar, cantar e dar-lhes os parabéns, porque achei que namorar assim já não acontecia no mundo.
Pensei que chegar atrasada já não era importante, sorri, coloquei os óculos de sol, e decidi aproximar-me, num banco por trás puxei do meu belo cigarro Black Devil e comecei a sentir o fumo doce.
Ele: Já te disse que não quero que te metas mais na minha vida, ouviste?
Ela: Por favor, eu não sei viver sem ti, perdoa-me, não faço mais.
Ele: Tou farto de ouvir isso, já chega! Tas sempre a meter-te nos meus esquemas, a minha vida é assim, se quiseres vives comigo senão desanda.
Ela: Só não quero que me deixes, eu consigo, eu vou tentar viver como tu queres, anda com quem quiseres mas não me deixes.
Ele: Ouve lá, eu não estou para brincadeiras, sabes que eu passo-me e por isso tem cuidado, queres queres, senão desanda
Ela: Tá bem, meu amor eu quero-te assim….
Levantei-me, devagar, já não sentia nada, nem o sentimento de culpa de chegar atrasada, nem o sentimento de dança. Afastei-me com lágrimas nos olhos, arrastando-me, parecia que me ia desequilibrar, cambaleava, chorei.
Como o amor que a imagem me dava, não era mais que uma imagem de humilhação, de dor, de frio, tremi, vesti o casaco, deambulei pelas ruas tentando perceber esta linguagem. Voltei a fumar e a fumar vezes sem conta.
A minha cara estava desfigurada o rímel inundava os meus olhos, parecia que tinha levado dois socos, e levei mesmo.
E envolvi-a numa luz violeta, para que ficasse protegida e que algo lhe fizesse sentir que tem direito a amar sem ser partilhada.
Apressada continuei a deambular, parei em S. Bento, pensando em como eu podia fazer esta mulher sentir-se melhor.
Prometi a mim mesmo voltar no próximo sábado e procurá-la.
Olho em frente e vejo um casal de namorados, num banco de jardim. Pensei no mundo, em fotografar, na cumplicidade, no amor assim.
Apeteceu-me dançar, cantar e dar-lhes os parabéns, porque achei que namorar assim já não acontecia no mundo.
Pensei que chegar atrasada já não era importante, sorri, coloquei os óculos de sol, e decidi aproximar-me, num banco por trás puxei do meu belo cigarro Black Devil e comecei a sentir o fumo doce.
Ele: Já te disse que não quero que te metas mais na minha vida, ouviste?
Ela: Por favor, eu não sei viver sem ti, perdoa-me, não faço mais.
Ele: Tou farto de ouvir isso, já chega! Tas sempre a meter-te nos meus esquemas, a minha vida é assim, se quiseres vives comigo senão desanda.
Ela: Só não quero que me deixes, eu consigo, eu vou tentar viver como tu queres, anda com quem quiseres mas não me deixes.
Ele: Ouve lá, eu não estou para brincadeiras, sabes que eu passo-me e por isso tem cuidado, queres queres, senão desanda
Ela: Tá bem, meu amor eu quero-te assim….
Levantei-me, devagar, já não sentia nada, nem o sentimento de culpa de chegar atrasada, nem o sentimento de dança. Afastei-me com lágrimas nos olhos, arrastando-me, parecia que me ia desequilibrar, cambaleava, chorei.
Como o amor que a imagem me dava, não era mais que uma imagem de humilhação, de dor, de frio, tremi, vesti o casaco, deambulei pelas ruas tentando perceber esta linguagem. Voltei a fumar e a fumar vezes sem conta.
A minha cara estava desfigurada o rímel inundava os meus olhos, parecia que tinha levado dois socos, e levei mesmo.
E envolvi-a numa luz violeta, para que ficasse protegida e que algo lhe fizesse sentir que tem direito a amar sem ser partilhada.
Apressada continuei a deambular, parei em S. Bento, pensando em como eu podia fazer esta mulher sentir-se melhor.
Prometi a mim mesmo voltar no próximo sábado e procurá-la.
Terça-feira, Maio 03, 2011
Ainda aqui estou, e vou voltar de novo
Com tanta coisa para contar, mas para já só mesmo para dizer que não abandonei este meu cantinho e lhe vou dar uma nova vida
Sábado, Abril 24, 2010
Cansada
Estou cansada e farta deste trabalho, devo ter cara de escrava, pois todos me chateiam e não me deixam ficar sossegada no meu canto.
Não quero estar ao público, não gosto e é o que tenho de fazer. Andei nitidamente de cavalo para burro.
Quero trabalhar, livremente, quero ter a cabeça a pensar em projectos e não fazer trabalho de escrava, e andar sempre de cú alçado.
Não quero estar ao público, não gosto e é o que tenho de fazer. Andei nitidamente de cavalo para burro.
Quero trabalhar, livremente, quero ter a cabeça a pensar em projectos e não fazer trabalho de escrava, e andar sempre de cú alçado.
Segunda-feira, Março 29, 2010
Eu quero ....
Eu quero um mundo assim..
Azul, onde possamos rir, viver e sonhar, assim seriamos todos muito mais felizes...
Onde o sonho se transforme em realidade, onde as brisas sejam suaves e ténues...
Onde todos os direitos sejam respeitados, e possamos viver em harmonia com os nossos animais...
Onde não existam nem ricos nem pobres e sejamos todos honestos e francos...
Vamos criar assim um mundo?
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