sexta-feira, abril 28, 2006

Serralves




Estive pela primeira vez em Serralves no passado domingo, fui eu e o Rui, adorei, principalmente a casa, mandada construir pelo 2º Conde de Vizela, e os jardins, senti uma sensação de leveza, paz de espirito, tranquilidade, serenidade. Aquele lugar tem algo de muito mágico, encantador, misterioso. Junto ao lago tive uma sensação medonha, mas ao mesmo tempo linda, que ainda não consigo exteriorizá-la, mas prometo que quando conseguir, eu explico tudo o que senti. Tenho que lá voltar, e quero voltar, com o Rui, e voltar ao lago, parabéns a quem está à frente de Serralves e a todos os que lá trabalham. Não vou falar das exposições que vi, fica para uma próxima. Vou voltar, amei Serralves, viva o Porto.

Volta a ser para ti, Gina



"Um verdadeiro amigo é alguém que te conhece tal como és, compreende onde tens estado, mesmo sem saber, acompanha-te em teus lucros e teus fracassos, celebra tuas alegrias, compartilha também a tua dor e jamais te julga pelos teus erros. "

Gina

Foi aqui que nos encontrámos.........
Para ti Gina, esta postagem é só para ti. K alegria e felicidade eu tive hoje, nada acontece ao acaso, eu acredito k nos encontramos hoje e não ontem por alguma coisa foi. Deixei te escapar durante anos, kuando precisas te de mim eu não estive lá, durante estes anos tivemos vidas complicadas, mas hoje garanto te k nunca mais te vou perder. Hoje voltei a ser a "maluca" do nosso José Falcão, viajei pelas nossas noitadas, recordei um turbilhão de coisas tão boas, e outras menos boas, mas essas não interessam. Estou em divida para contigo. Porque te "deixei" tanto tempo? Tu, k estiveste comigo sempre, kuando perdi o meu pai, foi contigo k me vi, foi contigo k dormi, foi contigo k chorei, durante anos foste minha confidente, a minha melhor amiga, gostava de poder voltar a conquistar um lugar no teu coração, gostava de poder voltar a poder te confidenciar tanta coisa...... Eu gosto de ti da mesma maneira k sempre gostei, estou contigo, ao longo do tempo nunca me saiste do meu pensamento, lembrei me de ti antes de entrar no bloco, não interessa porque, mas estiveste presente naquela altura, se a vida nos voltar a separar, nunca te esquecerei, NUNCA.

quarta-feira, abril 26, 2006

Revolta

E é assim k se trabalha neste Centro, tenho a certeza de k o k salva todos os k lá trabalham é o AMOR, a COMPREENSÃO, a AJUDA MÚTUA, o CARINHO, e muito mais, penso k a Universidade já podia e devia ter tomado uma posição. A Revolta e muita, kuando se trabalha nestas condições, e durante anos ninguem faz nada.
Mas acreditem, os k lá trabalham vencerão, mesmo k daki a 20 anos ainda lá estejam. Porke os k os une é muito mais k o trabalho, é o AMOR, uns pelos outros e pelo k se lá faz, ker seja de gatas ou a partilhar secretárias. Eles vão vencer, se chegaram juntos até hoje, vão chegar muito mais longe. FORÇA CENTRO

quarta-feira, abril 19, 2006

O mundo dos nossos blogs

Este texto é de Leonete Botelho, publicado no Público em 2003, já lá vão uns anos mas achei k era muito interessante passados estes anos todos (k n são muitos, mas para este universo são)
"Nos seus pequenos territórios envidraçados, tudo pode ser dito sem castigo, tudo pode ser feito sem censura. São uma mistura de .voyeurs. e exibicionistas em estilo .soft., ora penteando-se demoradamente em frente ao espelho, ora despindo-se em suave .striptease., ora espiando-se uns aos outros como querem que os espiem a eles. Para que escreve alguém senão para outro alguém, depois de para si mesmo? Esta crónica, por exemplo, para que serve se não for citada em nenhum blogue nos próximos dias? Mas do que mais gosto nos blogues é da sua diversidade. Intrínseca e extrínseca. Faz-me acreditar que o futuro é possível sem que tenhamos todos de nos alistar em qualquer coisa, sem que tenhamos todos de ter rótulos redutores, esquerda-direita, homem-mulher, conservadores-liberais, e tantas coisas que tais. Que todos podemos ser constelações improváveis. E sermos, assim, sempre um pouco mais ricos."

terça-feira, abril 18, 2006

AMOR

Não kis deixar de postar aki este texto bonito, simpático, e k eu achei muito real
"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que eu quero é fazer um elogio do amor puro.
Parece que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Teixeira de Pascoaes meteu-se num navio para ir atrás de uma rapariga inglesa com quem nunca tinha falado. Estava apaixonado e foi para Liverpool. Quando finalmente conseguiu falar com ela, arrependeu-se.
Quem é que hoje é capaz de se apaixonar assim? Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Por que se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornam-se sócios. Reunem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psicosócio-bio-ecológica da camaradagem. A paixão que devia ser desmedida é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão emrutecidos, tão cobardes e comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasco de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas e cantina, malta do "tá em, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, babanóides, borrabotas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim da tristeza, o desequilibrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Por onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facdo, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassado ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa a beleza. É esse o perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para se perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que nãosabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperante. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sózinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa e o amor é outra. A vida dura uma vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
Miguel Esteves Cardoso In "Expresso"

sábado, abril 15, 2006

Rui, Tu és a minha realidade



Rui, com todo o amor k tenho por ti, para sempre, tu és o melhor k tenho, amo te

Rio Douro


Rio

Tão manso e leve

Tão brando e doce,

Pequeno ou grande

Verde e grandioso

Teu leito, calmo e tranquilo,

É manso e tão frio!

Rio... meu rio

As plantas te admiram

Os insectos saltitam

Tu... as ervas beijas,

Sem parar de andar

E assim vais crescendo,

Forte, com tuas gargalhadas

Sem parar de espreitar

Directo ao mar....

de Laurentina Seixas - Antes da Manhã. Coimbra: Pá de Página, 2005.

Beijinhos grandes para ti Laurentina, és a maior, corre atrás dos teus sonhos, força.....

sexta-feira, abril 14, 2006

25 de Abril




Um cartaz alusivo à época ker keiramos ker não é um facto do nosso país, aceitemos ou não é um acontecimento histórico, e um grande homem, o maior, Salgueiro Maia, o meu herói, o grande homem de todo este processo, o k virou costas ao poder, trabalhei com ele algum tempo em Coimbra e de perto constatei o homem bom e honesto, o bom ser humano que ele era, chorei em Santarém anónimamente no dia do seu funeral, Portugal perdeu o maior militar, e o maior mentor de todo o 25 de Abril. Portugal deve lhe muito a todos os niveis. O 25 de Abril é ele.

Provérbios Portugueses

Quem envelhece arrefece
Quem faz em novo paga em velho
A fruta proibida é a mais apetecida
Lágrimas com pão ligeiras são
Não comas cardos com dentes emprestados
Não metas a mão em prato onde te fiquem as unhas
Quem tem preguiça nas pernas ganha ferrugem nos dentes
Quem tudo abarca pouco ata
Se queres bom mandador escolhe um mandrião
Tarefa apressada, tarefa estragada
Mais vale barriga cheia que barbas untadas

quinta-feira, abril 13, 2006

Paraíso 2



É o Douro, perto de Mesão Frio, onde fica o meu paraíso, o meu e o da minha alma gémea, o sitio................ kem sabe um dia eu direi, ou então descubram, é lindo, o mundo ali acaba e o paraíso começa, o som é diferente, tudo é diferente.....
http://www.diarreiaputencial.blog.pt

Paraíso


Aki fica o paraíso, na próxima eu dou umas dicas....

terça-feira, abril 11, 2006

Primeira vez

Boa noite a todos, esta a é minha primeira vez a solo, digamos k comecei agorinha mesmo, espero k me visitem......