
Sonhos muitos, realidades muitas, mas, e existe sempre um mas.. em qualquer lugar.. em qualquer situação...
segunda-feira, outubro 22, 2007
terça-feira, outubro 16, 2007
Tantos anos passaram
22 de Setembro de 1979 - Noite
Sentada na cama a escrever, penso em ti, se os meus pais soubessem ficavam desnorteados. E ainda não percebi porquê! Tenho 16 anos, claro que tenho alguém de quem gosto. Não namoro mas gosto de ti. E hoje sinto mais isso por causa do que o V. me disse, disse-me que era um marginalizado, que ninguém gostava dele. Então eu o vi só, sem amigos, sem ninguém, a vaguear. Recolhi-me e vi que precisa de amigos verdadeiros. E porque não? Eu puderei ajudá-lo, eu quero ser amiga verdadeira dele. E ao Senhor eu peço que me ajude, a esquecer-me de mim, para ajudar os outros, para ajudar os outros a viver em Paz, na verdade e no caminho certo. Eu gostaria imenso de sêr uma verdadeira mensageira da Boa Nova, da Mensagem que Jesus Cristo nos deixou.
Eu pediria ao Senhor por todos os jovens que se encontram com tu, e pelo V. em especial, ajuda-o que ele tanto precisa.
Pela revisão do meu dia perdoa-me os meus pecados, para que cada dia que passe eu possa sêr melhor.
(Quando escrevi isto tava apaixonada pelo 1º amor, tinha sido educada num colégio de freiras, dava catequese e era escuteira. Era a menina do pai, ele também não tinha mais nenhuma, e era completamente ingénua e acreditava em tudo o que me ensinavam, e aprendia que a vida era bela, bastava acreditar, bastava me anular para que o mundo fosse melhor. Passados todos estes anos partilho este texto e dá-me vontade de rir, rir por ter sido tão ingénua e rir porque foi por estas e outras coisas que a minha baixa estima me foi levando por lugares tão gelados e decrépitos, não vos maço mais, só partilhei mais um bocadinho de mim)
terça-feira, outubro 09, 2007
EU CONSIGO
Cá estou eu, não posso dizer que estou no meu melhor mas, estou muito melhor, agradeço a todos as palavras deixadas, foi muito bom poder lê-las e saber que existe alguém desse lado que se preocupa, a palavra agora encontrada para tudo é EU CONSIGO, quero ver se nunca mais me vou esquecer dela e como é óbvio da medicação, porque o EU CONSIGO sózinha não dá.
Tive saudades, e muitas mas o simples facto de aqui vir me dava a volta à cabeça, eu não queria vir mas penso que não passou um só dia em que não pensasse em todos vós e no meu blog, mas eu NÃO CONSEGUIA aqui vir, era como carregar um peso enorme do tamanho do mundo, era como se de um click se tratasse, a Yashmeen sabe bem do que falo, infelizmente, mas a vida continua e eu cá estarei até á próxima vez que eu diga e pense e sinta EU NÃO CONSIGO, espero que não seja tão depressa mas quem sabe? Ninguém.
O meu último post foi um regresso ao passado, talvez faça mais post's daqueles, pois existem momentos do passado que eu tenho que deitar cá para fora e partilhá-los, e se calhar é bem mais fácil partilhar assim do que ser cara a cara com o meu psiquiatra, que o que mais me dá vontade de cada vez que olho para ele é de chorar, mas isso são outras estórias, outras conversas, que teremos tempo para ir partilhando.
Agora vou de mansinho entrar nas vossas "casinhas" e dizer olá cheguei, beijinhos
quarta-feira, setembro 12, 2007
Retorno, lento, muito lento
CARTA IMAGINADA OU TALVEZ NÃO
27/11/85 – 5h 47m
Bom dia! Como vais tu nesta manhã que precinto fria? Que loucura podes dizer! Sim, mas é destas loucuras que eu vou conseguindo tirar algo de bom, que penso que existe nesta vida, louca e irreal.
M. foi uma noite dura esta que passou por mim. Lutei terrivelmente comigo próprio, pensando na tremenda realidade de estar tão perto de ti, e não poder estar contigo. Mas que fazer …
Um dia mais tarde na loucura, talvez de sonhos, de noites belas e tristes, quem dirá, eu possa estar contigo se é que isso seja bom.
Bom, mas então:
M. já acordei!! Para ti:
Quantas noites como esta eu te vi linda e terna, amei o teu rosto lindo e ansioso, na ternura do teu bom coração. Tu és louca, misteriosa, mas aquele toque tão subtil, de ternura, paixão, quando sabes que outros sofrem, talvez tanto ou menos que tu, mas tu, tu M., gostas de te dar, de dar o teu corpo e alma desde que isso seja a alegria que esse alguém necessita.
Amo-te por ti mesma, não por aquilo que por vezes acontece, mas só isso, essa medida louca que tens de amar, sem ser amada, de querer sem ser querida, de consolar, sem seres consolada, eu te quero.
Um dia, nestes dias, que eu tenho um minuto para pensar, naquilo que eu gostaria, se é que me é permitido pensar assim, eu diria para comigo: como seria bom, viver cada minuto da vida, fazendo aquilo que na minha perspectiva é belo, é bom, é agradável, é melhor!
Só que cada minuto desta vida de porcaria, eu vivo, fazendo quase tudo ao contrário, lutando até contra mim, me humilhando, me perguntando porque vivo!...
Na loucura dos Deuses, que me põem assim. Mas que fazer … foi esta a predestinação dos Deuses, viver para ser aquilo que eles querem que nós sejamos.
Imagina M.:
O que talvez eu gostasse – É ESTA A NOSSA HISTÓRIA
Um dia muito tarde, um jovem, talvez na idade, mas de espírito confuso, mas belo, que vivia muito, pensou mudar, pensou que isso não era o mundo para o qual tinha nascido. Então, achou que teria que fazer algo, mesmo que isso fosse cruel para esse mundo em que vivia, que o fizesse sentir gente, gente que ama, mas que ama de uma forma integra e total. E assim, viu que a única saída possível era somente uma – FUGIR
Fugir para onde?
Como?
Pensou, pensou, e depois disse para consigo:
É ISSO:
Vou falar com a M., ela vai vir comigo, ela também tem um pouco da angústia que eu sinto, por este mundo perverso e louco, é isso. De contente reflectiu:
Olha bem, longe da civilização vou arranjar um cantinho, que nós mesmos possamos por à nossa maneira e será lá que iremos viver. Precisamos para isso somente de algumas coisas: arranjar o local, mudar para lá e levar tudo aquilo que pensamos ser necessário à sobrevivência, e ir.
Mudámos, realmente, era um local deveras lindo, saudável, agradável, até aos olhos mais frios e impuros do mundo. Somente uma pequena cabana, bem decorada, muito confortável, com aquela lareira doida, que os serões tornava românticos e a minha viola, que embevecia o silêncio da noite.
Que fazíamos:
Somente nos amávamos, de uma forma terrivelmente bela, cada minuto era uma entrega total de ambos. Líamos, escrevíamos, contávamos histórias, histórias daquele mundo doido em que tínhamos vivido e porque não o nosso misticismo aqui criado, original e belo.
Penso que seria muito bom.
Até amanhã
27/11/85 – 5h 47m
Bom dia! Como vais tu nesta manhã que precinto fria? Que loucura podes dizer! Sim, mas é destas loucuras que eu vou conseguindo tirar algo de bom, que penso que existe nesta vida, louca e irreal.
M. foi uma noite dura esta que passou por mim. Lutei terrivelmente comigo próprio, pensando na tremenda realidade de estar tão perto de ti, e não poder estar contigo. Mas que fazer …
Um dia mais tarde na loucura, talvez de sonhos, de noites belas e tristes, quem dirá, eu possa estar contigo se é que isso seja bom.
Bom, mas então:
M. já acordei!! Para ti:
Quantas noites como esta eu te vi linda e terna, amei o teu rosto lindo e ansioso, na ternura do teu bom coração. Tu és louca, misteriosa, mas aquele toque tão subtil, de ternura, paixão, quando sabes que outros sofrem, talvez tanto ou menos que tu, mas tu, tu M., gostas de te dar, de dar o teu corpo e alma desde que isso seja a alegria que esse alguém necessita.
Amo-te por ti mesma, não por aquilo que por vezes acontece, mas só isso, essa medida louca que tens de amar, sem ser amada, de querer sem ser querida, de consolar, sem seres consolada, eu te quero.
Um dia, nestes dias, que eu tenho um minuto para pensar, naquilo que eu gostaria, se é que me é permitido pensar assim, eu diria para comigo: como seria bom, viver cada minuto da vida, fazendo aquilo que na minha perspectiva é belo, é bom, é agradável, é melhor!
Só que cada minuto desta vida de porcaria, eu vivo, fazendo quase tudo ao contrário, lutando até contra mim, me humilhando, me perguntando porque vivo!...
Na loucura dos Deuses, que me põem assim. Mas que fazer … foi esta a predestinação dos Deuses, viver para ser aquilo que eles querem que nós sejamos.
Imagina M.:
O que talvez eu gostasse – É ESTA A NOSSA HISTÓRIA
Um dia muito tarde, um jovem, talvez na idade, mas de espírito confuso, mas belo, que vivia muito, pensou mudar, pensou que isso não era o mundo para o qual tinha nascido. Então, achou que teria que fazer algo, mesmo que isso fosse cruel para esse mundo em que vivia, que o fizesse sentir gente, gente que ama, mas que ama de uma forma integra e total. E assim, viu que a única saída possível era somente uma – FUGIR
Fugir para onde?
Como?
Pensou, pensou, e depois disse para consigo:
É ISSO:
Vou falar com a M., ela vai vir comigo, ela também tem um pouco da angústia que eu sinto, por este mundo perverso e louco, é isso. De contente reflectiu:
Olha bem, longe da civilização vou arranjar um cantinho, que nós mesmos possamos por à nossa maneira e será lá que iremos viver. Precisamos para isso somente de algumas coisas: arranjar o local, mudar para lá e levar tudo aquilo que pensamos ser necessário à sobrevivência, e ir.
Mudámos, realmente, era um local deveras lindo, saudável, agradável, até aos olhos mais frios e impuros do mundo. Somente uma pequena cabana, bem decorada, muito confortável, com aquela lareira doida, que os serões tornava românticos e a minha viola, que embevecia o silêncio da noite.
Que fazíamos:
Somente nos amávamos, de uma forma terrivelmente bela, cada minuto era uma entrega total de ambos. Líamos, escrevíamos, contávamos histórias, histórias daquele mundo doido em que tínhamos vivido e porque não o nosso misticismo aqui criado, original e belo.
Penso que seria muito bom.
Até amanhã
terça-feira, agosto 14, 2007
Ausente mas prometo que voltarei
Não estou no meu melhor, tou com uma grave depressão, prometo que voltarei em breve, a todos o meu muito obrigado.
domingo, julho 22, 2007
Boa semana
Sexy & Romantic glitter graphics from S e x i l u v . c o m
E para começar bem a semana aqui vai uma receita, testada e muito deliciosa:
Mousse de Manga
Ingredientes:
1 Lata de Leite Condensado
2 pacotes de natas ou em alternativa 4 iogurtes naturais
1 lata grande de polpa de manga (860 g)
4 folhas de gelatina branca
Modo de preparação:
Dissolva a gelatina em 2 dl de água quente e reserve até arrefecer até arrefecer. Deite as natas ou os iogurtes numa tigela e bata ligeiramente até obter uma mistura homogénea.
Acrescente o leite condensado e envolva novamente.
De seguida, junte a polpa de manga e misture tudo.
Por fim, junte a gelatina e leve ao frigorífico para ganhar consistência e sirva bem fresco.
quinta-feira, julho 19, 2007
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